A Unidade 5 é estruturada considerando os seguintes tópicos:
- Representação de fenômenos no espaço
- Sistemas de coordenadas geográficas
- Sistemas de coordenadas projetadas
- Cartografia temática
Esta atividade deverá ser realizada até dia 16/12. São propostas as seguintes atividades:
1. Faça o download do shapefile referente às regionais de BH, atividades econômicas formais e autônomos (formais e informais) no site BHMAP ou pelo link
2. Instale os pacotes:
install.packages("sf")
install.packages("terra")
install.packages("spData")
install.packages("spDataLarge", repos = "https://nowosad.r-universe.dev")
3. Explore a documentação do pacote sf
vignette(package = "sf") # see which vignettes are available
vignette("sf1") # an introduction to the package
4. Siga os comandos a seguir para explorar o pacote sf:
world é um sf data frame contendo colunas espaciais e de atributos, cujos nomes são retornados pela função names()(a última coluna deste exemplo contém as informações geográficas).
library(sf)
library(terra)
library(spData)
library(spDataLarge)
class(world)
names(world)
Veja o que acontece quando você roda o comando plot sobre esse dataframe:
plot(world)
Copie o código abaixo e rode-o no seu .Rmd:
plot(world["continent"], reset = FALSE)
cex = sqrt(world$pop) / 10000
world_cents = st_centroid(world, of_largest = TRUE)
plot(st_geometry(world_cents), add = TRUE, cex = cex)
O que quer dizer a representação gerada por você?
Os objetos sf podem armazenar informações adicionais sobre os sistemas de referência de coordenadas (CRS). O valor padrão é NA (Não Disponível), como pode ser verificado com st_crs():
st_crs(world)
EPSG simplifica a exploração de sistemas de referência de coordenadas utilizados em todo o mundo para a criação de mapas e geodados e para a identificação da geo-posição. É uma ferramenta prática para qualquer pessoa interessada em cartografia e elaboração de mapas digitais, que precisa conhecer os valores exatos de latitude e longitude para coordenadas numéricas em diferentes sistemas de referência espacial.
Quando um sistema de referência de coordenadas (CRS) está faltando ou o CRS errado está configurado, a função st_set_crs() pode ser usada:
new_vector = st_set_crs(new_vector, "EPSG:4326") # set CRS
Caso você queira carregar um shapefile para o ambiente R/RStudio, utilize a função:
shapefile <- st_read('caminho do arquivo')
5. Responda, para você mesmo, as seguintes perguntas que seguem:
a. Qual a diferença entre dados espaciais e dados não-espaciais?
b. Qual a diferença entre dados vetoriais e raster?
c. Quais os cuidados necessários para representação geográfica em diferentes sistemas de projeção geográfica?
d. Quais os tipos de geometria de dados vetoriais são representados por meio do pacote sf?
e. Qual o EPGS para estudos em BH que precisem de um sistema de projeção de coordenadas?
6. Realize as questões a seguir:
a. Crie um documento .Rmd para que você armazene o código gerado.
b. Carregue os shapefiles referentes às atividades econômicas e autônomos.
c. Carregue o shapefile referente às regionais de BH.
d. Verifique os CRS e se necessário, altere os sistemas de coordenadas.
e. Represente os shapefiles por meio do pacote
tmap.
Dica: tm_shape(objeto_sf) + tm_borders() para polígonos e tm_shape(objeto_sf) + tm_symbols(col = “red”, scale = .05) para pontos. Veja a seguir o código onde regional são as feições geométricas poligonais e econ são os pontos referentes às atividades econômicas formais.
tm_shape(regional) + tm_borders() + tm_shape(econ) + tm_symbols(col = "red", scale = .05)